PROJETOS DE PESQUISA

Políticas Públicas Brasileiras em Educação, Tecnologia da Informação e Comunicação: Propõe-se o levantamento e análise da documentação relativa às políticas públicas Brasileiras em Educação, Tecnologia da Informação e Comunicação, verificando as ações desencadeadas por essas políticas, identificando as dificuldades enfrentadas pelas comunidades educacionais e o potencial que apresentam para a transformação das políticas vigentes.

Do MEB à WEB: O Rádio na Educação: Colocar breve texto aqui.

Formação de Professores e Software Livre: A partir da necessidade de formação de uma cultura digital na Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é que a mesma (Faculdade de Educação) tem criado novos espaços e possibilidades de construção de competências na área de Educação e Tecnologias. Tais possibilidades têm se configurado tanto no âmbito das disciplinas, como na implantação de ambientes de formação e desenvolvimento dessa cultura. Assim, a Faced está inserida no movimento pelo uso de Software Livre, buscando também difundir a cultura linux, através dos laboratórios de informática equipados com computadores em rede, ilha de edição de vídeo, rádio FM, canal interno de TV, webdesigner e terminais de acesso a Internet( tabuleiro eletrônico), todos com o sistema operacional Linux. Desta maneira, considerando esse contexto vivenciado atualmente pela Faced , torna-se necessário fazer o mapeamento dos sentidos, quer dizer, das concepções que a comunidade possui a respeito dessa ação desencadeada na Faculdade buscando detectar as possíveis dificuldades que se apresentam para a constituição da cultura, assim como possibilidades de superação das tais dificuldades, é para esse fim que se propõe a pesquisa.

Educação e Tecnologias Contemporâneas: analisando as políticas públicas O governo propõe políticas públicas que articulem as tecnologias de informação e comunicação à educação. Analisamos essas políticas implementadas na área para percebermos transformações no sistema e contradições presentes. A nova proposta é investir na educação a distância, alternativa para formação de professores e educação inclusiva; bem como em programas para democratização das telecomunicações. Acontece que o FUST, fundo criado no governo anterior com tais objetivos entre outros, vive um impasse desde 2002, prejudicando programas como Socinfo e Telecomunidade. Tal situação sugere centralidade nas decisões pela União e desarticulação entre planos de inclusão. Vimos como acerto a integração entre níveis básico e superior para certificar formação dos professores. Mas é questionável a inclusão, em lei, de fundações como alternativo apoio financeiro, para otimização de recursos e/ou abstenção da responsabilidade com o sistema. Analisando implicações da educação a distância no sentido qualitativo para o setor e interesses políticos envolvidos, destaca-se as dificuldades encontradas pelas bibliotecas virtuais do PROSSIGA, após um golpe de desarticulação em 2003. Verificamos que mesmo com o potencial da interatividade, a utilização dos meios de informação e comunicação ainda reproduz a lógica unidirecional, broadcasting. Esta pesquisa apresenta os caminhos das políticas públicas para a área e analisa de forma preliminar a possibilidade da implantação de práticas colaborativas na educação através das tecnologias da informação e comunicação.

Outros?*

-- RozaneZart - 07 Oct 2004

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